Mostrando postagens com marcador Kate Bush. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Kate Bush. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 14 de abril de 2009

Estágio, Ken Lee e Kate Bush

E lá começo o meu estágio em um departamento de RH de uma empresa "paraestatal".

300 currículos para uma vaga em poucas horas; quem diria que por trás da cena estaria um pobre e relapso estagiário de psicologia, decidindo o seu futuro?

E quem sabe o que mais ocorrerá? Só sei que nas próximas semanas escreverei menos por aqui. Isto me deixa triste: nada melhor do que ruminar e regurgitar o verde pasto mundial nestas linhas.

Se bem que eu sou pessoa de escrever journals e mantê-los em segredo, dentro da gaveta da direita da escrivaninha, até a publicação e fama póstuma - placa de mármore inclusa. Mas não espalha.

*****

Maryah falou que esta moça tem chutzpah. Ah bé!

*****

Então, alguém já escutou o Aerial, da Kate Bush?

Pergunto pois eu sempre me aventuro a fazer uma pequena crítica musical de todas as músicas que escuto e gostaria que outras pessoas ouvissem. Faço esta "crítica", porém, não para qualificar algo que escuto - se bem que é um exercício interessante - mas por quê, no fundo, quero que os poucos leitores escutem. Espero mais: espero que gostem, apreciem, encontrem-me na rua e me interpelem dizendo "ah, aquela tua Kate Bush, que coisa linda!", e então combinamos de escutá-la com uma boa taça de vinho, juntos.

Se não gostar, fique quieto. Não quero fazer crítica - se bem que...

Mas então: Kate Bush mostra que, além de ter sido influência para muita gente, soube assimilar bem as lições da época... e da idade. A voz não brilha reluzente, com os agudos de outrora, mas está mais aveludada e curtida. Algumas vezes soa a Madonna, mas neste caso é você que escuta Madonna mais do que devia.

Duas músicas excelentes: A coral room, que é uma espécie de revêrie deliciosa (inclua Mr. Bartolozzi na sua escuta também).

Aerial (desconsidere, se quiser, o número do Cirque), a faixa-título, que retoma o tema do canto dos passarinhos - premente e presente em todo o segundo cd - com as notas de ínicio, cordas etéreas, compartilhando uma guitarra elétrica no fim. O timing das gargalhadas é fabuloso. Tá curioso? Vá escutar. Escutei Aerial rindo.

Genial.

terça-feira, 7 de abril de 2009


Meses atrás, Kate Bush era somente aquela menina de voz soprano que dançava deliciosa e esquisitamente algumas coisas que, por preguiça mental, eu chamava de "coisa louca".

Em menos de uma semana, Kate Bush passou a ser outra pessoa, depois de uma passada de ouvidos sedenta e rápida pela sua discografia. Não é a mais a menina louca. Kate Bush é uma baita de uma cantora, uma emocionante compositora e dona de uma beleza clássica suavíssima - e uma inteligência musical afiada. Não é a toa que ela é inspiração para tanta gente de quem eu inspiro a música.

Seu último álbum, Aerial, lançado em 2005 - depois de 12 anos de "exílio", ou um belo chá de sumiço - reserva umas surpresas interessantes. Deixo Pi como uma delas, para quem se interessar.

Ora, alguém cantar o caso de amor de um homem por um número transcendental... e ainda recitá-lo, uma boa centena de algarismos... menina esperta.

segunda-feira, 6 de abril de 2009


É mais um clipe sugerindo uma orgia greco-romana, como é de praxe, atualmente, colocar orgias - ou sugestões de - em toda música entre 100 e 140 bpm.

A fumaça ganhou o prêmio Akihito de melhor coadjuvante - e de "atriz" principal também, já que andou fazendo a cabeça da menina andrógina.

Mas enfim, digno de nota o bailarino na fumaça (aproximadamente 2'05"). Digno de Kate Bush. Gostei e passo adiante.